Leilões da ANP abrem novas oportunidades para a Economia e os Negócios no setor de petróleo
Foram arrematados mais de 50 blocos em áreas do Pré-sal e de outras bacias. Previsão de investimento inicial é de R$ 4,5 bilhões
Por a redação
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Leilão da ANP foi o maior já realizado até então. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) realizou, na primeira semana de outubro de 2026, no Rio de Janeiro, dois ciclos de licitações para exploração e produção de petróleo e gás natural. Os certames movimentaram mais de R$ 3,5 bilhões em bônus de assinatura e ampliaram as áreas destinadas à atividade exploratória no país. Ao todo, foram arrematados 56 blocos exploratórios, sendo sete no pré-sal, além de três áreas com acumulações marginais. Somente no regime de concessão, o bônus de assinatura dos blocos exploratórios chegou a R$ 3,005 bilhões, o maior valor arrecadado desde o início da Oferta Permanente nesse modelo. De acordo com a ANP, os investimentos mínimos previstos para a primeira fase dos contratos de concessão somam aproximadamente R$ 1,59 bilhão nos blocos exploratórios e R$ 4,5 milhões nas áreas com acumulações marginais. No regime de partilha, os compromissos mínimos de investimento exploratório alcançam outros R$ 778,4 milhões. Os resultados reforçam o interesse de empresas nacionais e estrangeiras pelas oportunidades de exploração de petróleo e gás no Brasil. A efetiva execução dos investimentos, porém, depende do cumprimento das obrigações contratuais e do avanço das atividades exploratórias.
